O plenário do Senado aprovou nesta
terça-feira (24/11), a conversão em lei da Medida Provisória 688, que trata da
repactuação do risco hidrológico e permite ao governo cobrar outorgas no leilão
de 29 usinas hidrelétricas marcado para esta quarta-feira (25/11). O texto, que
já havia sido aprovado pela Câmara, segue agora para sanção pela Presidência da
República.
A MP 688 foi aprovada pelo Senado - com 44 votos a favor e 20 votos contrários - e pode beneficiar ou onerar mais o consumidor -- chamado de repactuação do risco dos contratos. Isso porque, por um lado, a MP permite que as concessionárias repassem os custos de despesas extras provocads por uma estiagem prolongada, por exemplo. Por outro, pode beneficiar o consumidor com descontos caso ocorra geração de energia em excesso.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) criou uma metodologia para permitir que os geradores troquem o risco de não conseguirem gerar o equivalente a suas garantias físicas por um "bônus de risco" a ser calculado para cada usina. Quanto maior a proteção que o gerador quiser garantir, maior será o bônus a ser pago.
A MP 688 foi aprovada pelo Senado - com 44 votos a favor e 20 votos contrários - e pode beneficiar ou onerar mais o consumidor -- chamado de repactuação do risco dos contratos. Isso porque, por um lado, a MP permite que as concessionárias repassem os custos de despesas extras provocads por uma estiagem prolongada, por exemplo. Por outro, pode beneficiar o consumidor com descontos caso ocorra geração de energia em excesso.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) criou uma metodologia para permitir que os geradores troquem o risco de não conseguirem gerar o equivalente a suas garantias físicas por um "bônus de risco" a ser calculado para cada usina. Quanto maior a proteção que o gerador quiser garantir, maior será o bônus a ser pago.
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